quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Fibromialgia: tire suas dúvidas

 

A fibromialgia, doença que ataca partes do corpo como pescoço e costas, atinge mais mulheres do que homens. Descubra causas e tratamentos.
Texto: Carla Conte
A atividade física regular parece ser a grande forma de prevenção da fibromialgia.
A fibromialgia, doença ainda sem cura, provoca dores generalizadas no corpo e atinge muito mais a ala feminina - de cada dez pessoas com fibromialgia, nove são mulheres.
No Brasil, o distúrbio leva quase cinco anos para ser diagnosticado, após a paciente ter consultado, em média, sete médicos.
Veja mais detalhes sobre esse problema e o que fazer para tratá-lo:
O que é?
Trata-se de uma síndrome classificada como um tipo de reumatismo de partes moles (ou seja, não afeta ossos e articulações), que provoca dores no corpo todo: pescoço, costas, mãos e pés, por exemplo. Outros sinais são sono não repousante, cansaço, dificuldade de memorização e concentração e alteração de humor. Também podem ocorrer enxaqueca e desarranjos intestinais. Em mais de 50% dos casos, a depressão acompanha o distúrbio.
Qual a origem?
A causa exata ainda é desconhecida. Estudos apontam que está relacionada ao stress, sedentarismo e a um defeito do mecanismo de controle da dor, situado no sistema nervoso. É como se o cérebro tivesse um termostato desregulado. "Por isso, as pacientes com fibromialgia apresentam maior sensibilidade à dor do que as outras pessoas", diz Eduardo Paiva, chefe do Ambulatório de Fibromialgia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná. "A dor é real e não fruto da imaginação, como alguns acreditavam no passado", completa o reumatologista Roberto Heymann, coordenador do Ambulatório de Fibromialgia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Quem está mais suscetível a essa doença?
Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor, de 80% a 90% dos casos atingem mulheres, mas ainda não se sabe por que elas são as mais afetadas. Existe também uma tendência de ocorrer mais fibromialgia entre membros da mesma família.
Há como prevenir?
A atividade física regular parece ser a grande forma de prevenção. Porém, saber dosar o exercício e o repouso é um dos grandes desafios para as pacientes. "Quando se sentem melhores, muitas delas acabam abusando e aí passam a ter mais dor", afirma Eduardo. Dormir em um quarto escuro, sem barulho, e evitar ingerir substância que possam interferir no sono (café, por exemplo) também ajudam bastante a controlar a dor.
Que fatores desencadeiam o problema?
Trauma físico ou psicológico (como um acidente de carro, um assalto, uma separação ou a morte de algum parente), alteração de humor (ansiedade e depressão), stress, mudanças climáticas ou infecções virais podem ser o estopim para a problema surgir. Normalmente ele aparece em pessoas de 30 a 50 anos.
Qual é o tratamento?
O tratamento inclui remédios, como antidepressivos e neuromoduladores, que ajudam a reduzir a sensibilidade à dor. Mas também é essencial fazer psicoterapia. Algumas pacientes se beneficiam com acupuntura. A prática de atividade física - de preferência, aeróbica e sem impacto (como pilates, caminhada e hidroginástica), de três a quatro vezes por semana, por 30 minutos - ajuda a manter a dor sob controle. Alongamento também é recomendável.
Quando se deve procurar um médico?
Ao sentir dor em mais de uma parte do corpo por mais de três meses. O melhor médico a consultar nesse caso é o reumatologista - ele é o especialista que está mais apto a fazer um diagnóstico preciso.
Fonte: Boa Forma

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Pilates: o coração agradece!



Aulas de Pilates atuam na prevenção e recuperação de pacientes que passaram por cirurgias cardíacas e incentivam mudança de estilo de vida.Os pacientes submetidos a cirurgias no coração ou acometidos por evento coronariano agudo possuem um programa especial de pilates para ajudar na recuperação ou mesmo prevenção de doenças cardiovasculares. Com exercícios leves e moderados feitos no solo ou com equipamentos apropriados, o método recorre às atividades que atentam para a respiração e baixo número de repetições, identificando e controlando os fatores de risco cardíaco e incentivando a adoção de alternativas para mudanças no estilo de vida.Entre os benefícios, estão a melhora da capacidade funcional e cardiorespiratória, melhora da recuperação cardíaca (diminuindo a reincidência de novos eventos em repouso ou durante exercício físico progressivo), fortalecimento muscular e reeducação postural.O início imediato do exercício físico logo após alta hospitalar representa um estímulo ao paciente para aderir ao controle dos fatores de risco e modificar mais eficientemente o seu estilo de vida. Como exercício, o pilates complementa as atividades aeróbicas, com a vantagem de não causar lesões e reabilitar.Os exercícios seguem uma progressão, de acordo com a evolução do paciente, que é reavaliado a cada três meses: fase iniciante, fase intermediária e avançada.

Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/pilates-o-coracao-a

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Incentive o aluno com Artrite Reumatóide à prática do Pilates



Foto: Storify.com
Por Marília Zara
Instrutora Certificada STOTT PILATES ™
CREF 055672-G/SP

A característica básica da Artrite Reumatóide (AR) ou Doença Reumatóide é o aparecimento do processo inflamatório crônico que causa dano progressivo principalmente no sistema musculoesquelético. Podem ocorrer manifestações extra-articulares como febre, mal-estar, perda de peso, fadiga, acometimento pulmonar e hematológico, entre outros. Esse processo inflamatório crônico no sistema musculosesquelético induz às alterações na composição celular e no perfil da sinóvia, resultando em problemas articulares, ósseos e nas cartilagens. Tem etiologia desconhecida e por isso, diversos estudos têm sido sugeridos para encontrar uma causa definida. As alterações nas imunoglobulinas e no fator reumatóide potencializam o aparecimento dessa doença. O envolvimento poliarticular traz complicações nos movimentos do dia a dia, como resultados de um processo inflamatório da sinóvia.
Os critérios para classificação da AR são:

  • Rigidez matinal;
  • Edema de tecidos moles de três ou mais áreas articulares;
  • Edemas das articulações das mãos ou do punho;
  • Edemas simétricos;
  • Nódulos reumatóides;
  • Presença de fator reumatóide diagnosticado por exame clínico, erosões radiográficas e/ou osteopenia periarticular nas articulações da mão e ou punho.

De acordo com a Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, estudos indicam que a prática de Exercícios Físicos (EF) é imprescindível e que por meio dele os pacientes portadores de AR podem melhorar a aptidão aeróbia, a força muscular, a mobilidade articular, a aptidão funcional e até mesmo o humor, sem dano articular significativo ou piora no processo inflamatório.

Ainda hoje não existe um protocolo de EF padrão no tratamento da AR. Diversas propostas são apresentadas na literatura especializada e atual que, embora se mostrem divergentes com relação ao tipo de exercício, frequência, duração e intensidade, parecem concordar que os EF, inclusive protocolos de alta intensidade, são seguros para os pacientes e efetivos no tratamento da doença.

De acordo com as sugestões dadas acima, o Pilates seria uma excelente opção para esse grupo de indivíduos com AR. Proporciona benefícios como aumento na força do centro, melhora na estabilidade e mobilidade articular, previne dores, ajuda na melhora dos movimentos diários, diminui o impacto nas articulações, melhora de equilíbrio, força e coordenação.

Algumas dicas nos exercícios de pilates são sugeridas abaixo:

  • Preocupar-se com a tensão das molas, tanto em exercícios para MMSS como para exercícios de MMII;
  • Exercícios de Alongamentos, priorizando o bom alinhamento;
  • Faça o aluno se movimentar, mobilizar as articulações;
  • Evite movimentos excessivos que levem à fadiga;
  • Períodos alternados de exercícios físicos e repouso são recomendados;

Além das dicas citadas acima, o Pilates proporcionará uma melhora na consciência corporal do indivíduo com AR, que resultará em movimento diários mais eficientes potencializando uma estrutura corporal equilibrada.

É importante que o instrutor de Pilates e o próprio aluno identifiquem as melhores posições para execução dos movimentos, evitando complicações futuras e facilitando a inclusão de novos exercícios na programação.


Referências

1
Departamento de Saúde,
Universidade Estadual do Sudoeste da
Bahia (UESB)
Jequié BA Brasil

2
Capítulo sobre Artrite Reumatóide. Iêda M. M. Laurindo

3
Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde
ARTRITE REUMATÓIDE E EXERCÍCIO
FÍSICO: RESGATE HISTÓRICO E
CENÁRIO ATUAL

4
Artrite Reumatóide:
Diagnóstico e Tratamento
Elaboração Final: 29 de agosto de 2002
Participantes: Laurindo IMM, Ximenes AC, Lima FAC, Pinheiro
GRC, Batistella LR, Bertolo MB, Alencar P, Xavier
RM, Giorgi RDN, Ciconelli RM, Radominski SC
Autoria: Sociedade Brasileira de Reumatologia

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Pilates é cada vez mais utilizado pela medicina para evitar e combater dores


Criado pelo alemão Joseph Pilates durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o método de condicionamento físico que leva o nome de seu criador é cada vez mais popular e vem sendo utilizado no mundo inteiro como uma ferramenta geradora de qualidade de vida. Além de ser utilizado por aqueles que apenas buscam uma atividade física prazerosa e eficiente, o Pilates também pode ser coordenado por médicos Fisiatras, Ortopedistas e Reumatologistas.
Quando criado, o Pilates logo foi adotado por bailarinas, que o utilizavam como complemento aos ensaios, em busca da melhor forma. Mas foi no início da década de 90 que a atividade se popularizou e ganhou fama. No Estados Unidos, por exemplo, estima-se que hoje dez milhões de pessoas praticam a atividade regularmente. Um dos motivos que impulsionou o Pilates é a rápida percepção dos resultados, mas a técnica oferece muito mais: respeita as limitações do praticante, é uma atividade prazerosa, atua na prevenção e recuperação de problemas como dores e lesões e trabalha a saúde como um todo.
Muitas pessoas procuram o Pilates como uma atividade física regular. É uma atividade física que trabalha a prevenção mas também a recuperação de problemas médicos. A atividade está na sua técnica, que parte do conceito de centro de força: fortalecer os músculos da coluna, do quadril, das coxas e do entorno do abdome é a melhor maneira de garantir uma boa sustentação para o corpo humano.

Foto: Tudo Sobre Pilates- Galeria Joseph Pilates
Pilates oferece resultados tão eficientes que têm chamado cada vez mais a atenção dos médicos. Estudos demonstram que o Pilates é eficiente na redução de dores, especialmente lombar e também dores provocados pela fibromialgia. Um desses estudos foi realizado pelo Departamento de Medicina do Esporte e Reabilitação do Instituto Ortopédico Gaetano Pini, na Itália.
Além do alongamento e do equilíbrio postural, o Pilates faz um trabalho de fortalecimento muscular muito positivo, pois ajuda na sustentação da coluna. A prática do Pilates passa pelo equilíbrio e quando as cadeias musculares estão em equilíbrio, há redução de dor. Os exercícios precisam ser elaborados para atender aos variados quadros clínicos dos pacientes. Por isso, a coordenação de médicos é essencial.
Pilates vem sendo usado inclusive por pessoas que têm câncer. No prestigiado M. D. Anderson Cancer Center, também nos Estados Unidos, o Pilates está na ordem do dia, para pacientes com câncer de mama e na reabilitaçãode pessoas com problemas músculo-esqueléticos. Pacientes com doenças neurológicas, como Parkinson, também utilizam a técnica. “Os exercícios de Pilates estimula a habilidade de concentração. E reduz o estresse”. Hospitais do Brasil também já utilizam o Pilates, como o conceituado Albert Einstein, em São Paulo.
Pilates é uma atividade física completa e é amplamente recomendada para todos. Não há dúvidas, no entanto, de que a atividade pode fazer toda a diferença no tratamento de dores músculo-esqueléticas ou patologias como a fibromialgia. Esse é o nosso foco: a promoção da saúde e a busca por uma melhor qualidade de vida.
Fonte: creb.com.br

Seus pés em um salto alto


De acordo com o Fisioterapeuta nas mulheres, os problemas nos pés são quatro vezes mais frequentes do que os homens e a incidência de artrite, duas vezes mais comuns e a partir dos 65 anos de idade. “Estima-se que mais de 3% da população mundial com idade acima de 55 anos sofra de dores fortes em conseqüência da artrite no joelho“, esclarece o Fisioterapeuta Allan Delano, da Clínica de Reabilitação Corpo em Terapia.
Segundo o especialista, as mulheres já têm uma tendência natural a ter joelhos voltados para dentro, em forma de“x”, o que contribui para a inclinação da patela, um pequeno osso em forma de pirâmide que se articula com o fêmur e protege a articulação do joelho. “Associado ao uso de saltos altos, isso favorece o desgaste da patela“, afirma o Fisioterapeuta.
Foto: ffffound.com
Tipos de Saltos
Os médicos advertem que os saltos altos e finos são os que causam mais problemas porque com estes saltos, a mulher tende a andar com os joelhos flexionados e sempre se equilibrando. O Fisioterapeuta adianta que a melhor maneira de prevenir danos aos joelhos é troca por calçados do tipo Anabela, que são mais baixos e confortáveis, apresentando uma altura de 4 cm. “O resultado estético pode não ser o mesmo, mas, em termos de saúde e bem estar, essa troca vai seguramente valer a pena”, reforça Allan Delano. Outra ótima opção para quem não abre mão do salto alto, é o uso das plataformas, que são altas, mas em compensação são uniformes e por isso distribuem melhor o peso do corpo.
Peso
Cada um dos pés possui 28 ossos, que formam várias articulações sustentadas por ligamentos e músculos. Para entender melhor essa composição dos ossos, o Fisioterapeuta explica da seguinte forma: se a pessoa está descalça, o peso do corpo é distribuído por toda essa estrutura, mas se calça sapatos com saltos, coloca quase todo o peso no antepé, que é a parte da frente do pé e dos dedos. “Quanto mais alto o salto, maior o peso na região. Na medida que a pessoa caminha se aumenta ainda mais a pressão e ao correr na ponta dos pés então, esta força se multiplica várias vezes. O resultado é uma pressão imensa na região”.
Causas
Além da pressão na ponta do pé, o uso do salto alto e fino causa ausência na mobilidade da parte de trás da perna. “Com o calcanhar nas alturas, o tendão de Aquiles fica encurtado, o que pode ocasionar a tendinite. Os sintomas básicos são a dor e a dificuldade em andar descalço. Os problemas do salto alto não param nos pés. Podem comprometer até os joelhos que, por causa do salto, são flexionados o tempo todo.
Dicas para quem usa salto alto:
  • Quem não pode ficar sem usar sapatos de salto, deve optar pelos modelos com saltos mais largos, que distribuem melhor o peso e estabilizam o tornozelo. Bico quadrado também é o mais recomendado para evitar deformidades dos dedos;
  • Os sapatos plataforma, com a mesma altura do calcanhar à ponta, não pressionam excessivamente o antepé. Mas em compensação chance de torcer o tornozelo é maior;
  • Se puder, deixe a sandália e opte pelo sapato. Assim, o calcanhar estará mais seguro. O reforço lateral proporcionado pelas botas é ainda mais eficiente;
  • Evite saltos muito altos no dia-a-dia. Quanto menor o salto, melhor para a saúde.
Fonte: corpoacorpo.uol.com.br


quarta-feira, 11 de julho de 2012


Decifrando rótulos: Você come pele de frango achando que é peito

Agora que vocês já têm várias opções de lanches saudáveis, iniciarei uma série sobre rótulos de alimentos, orientando a decifrar o que há por trás das propagandas e das informações dos rótulos, que muitas vezes não são devidamente interpretadas.
Vocês descobrirão nas próximas postagens que muitos alimentos rotulado como saudáveis não o são de fato.

Vamos começar pela LISTA DE INGREDIENTES

Graças à Resolução RDC 259 de 2002, as empresas são obrigadas a discriminar no rótulo todos os ingredientes contidos no produto. Então, vamos usufruir desses dados, e usá-los a nosso favor, para saber o que estamos colocando dentro do nosso organismo.

LEIA A LISTA DE INGREDIENTES: SAIBA O QUE ESTÁ INDO PARA SEU CORPO!
Trouxe 1 ótima razão para você passar a ler os rótulos dos produtos, e tem a ver com o título da postagem.

Afirmo, com pouca chance de errar, que você come pele de frango. Digo isso pois quase todo mundo que conheço come aquela empanado a base de carne de frango. Como não fica bem dizer a marca, mostro a foto:



Se você verificar o rótulo desse produto, verá que ele é feito com pele de frango. Copiei a lista de ingredientes de uma determinada marca para você ver:

Ingredientes:
Carne mecanicamente recuperada de frango, água, pele de frango, fécula de mandioca, gordura vegetal hidrogenada, proteína vegetal de soja, farinha de milho, farinha de trigo, estabilizante tripolifosfato de sódio, sal, antioxidante eritorbato de sódio, especiarias naturais (cebola, pimenta, alho, pimenta-branca), suco de limão, realçador de sabor glutamato monossódico, açúcar e espessante carragena.CONTÉM GLÚTEN.

Viu? Não é segredo, a informação está lá no rótulo, esperando que você leia.

Como será melhor abordado em outra postagem, a ordem de ingredientes deve seguir a ordem de proporção, ou seja, o 1° ingrediente da lista é o que está em maior quantidade e o último é o que está em menor.

Reparem que a pele de frango é praticamente o 2° ingrediente, já que o 2° é água. Portanto, podemos concluir que não há pouca pele de frango nesse empanado. 

E quanto ao primeiro ingrediente? O que é “carne mecanicamente recuperada de frango? Nada mais é que a carne que fica entre os ossos do frango, retirada por processo mecânico (como o nome já diz). Se não houvesse o empanado para colocá-la, essa carne seria descartada. Por isso é chamada de “carne recuperada”. E tem gente que acredita que está comendo peito de frango...

Por isso, não há dúvida que, mesmo assado, esse não é um produto que possa ser consumido com frequência - ainda mais por quem tem níveis de colesterol elevados - devido à grande quantidade de gordura da pele de frango e a presença de gordura vegetal hidrogenada, que é gordura trans. O que é gordura trans? Não se preocupem, teremos uma postagem só para ela. 

Dei um boa razão para gerar o hábito de leitura dos rótulos?

Espero que sim, e trarei muitas outras revelações nas próximas postagens.